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Os parques de Londres - Green Park

Tirando o aeroporto e o metrô, o primeiro local que "visitei" em Londres foi um parque. Coisa mais clichê impossível. Não importa. Os parques foram importantíssimos para que eu me apaixonasse cada vez mais pela cidade. Saindo da estação de Green Park, a gente se dá de cara com o tal do Green Park, mesmo. Eu, com mala, cansada, um dia inteiro de viagem, precisei encontrar um amigo lá para fazer a entrega das chaves do flat que aluguei. O primeiro estresse da viagem foi este: o check-in, a princípio, era para estar disponível a qualquer horário que eu chegasse, mas cheguei às 11h da manhã (horário já londrino) e talvez eu tivesse que esperar até às 19h para conseguir entrar no flat. Surtei. Um amigo que mora em Londres, e no mesmo bairro que eu aluguei o flat, se colocou à disposição para pegar as chaves para mim, Ainda bem! Mas, eu precisei ir até perto do seu trabalho para apanhá-las. Por isso, o Green Park. Bem, o Green Park é um dos "parques reais de Londres"...

Por que Londres? Parte I

Bem, por que Londres? Os motivos são vários. Turisticamente falando porque é uma cidade que pode agradar a todos. Considerando o tamanho, a variedade de eventos, lugares para conhecer, "tribos", acredito ser difícil alguém não se encontrar por lá. A cada bairro um estilo diferente, uma história para ser contada. O transporte é perfeito e vale cada centavo que se paga (e sim, é caro). O Oyster é o melhor amigo para quem quiser perambular muito pela cidade. O metrô é extremamente simples de entender, apesar de assustar num primeiro momento, considerando o número de linhas e o emaranhado que elas parecem fazer. Só parecem, porque tudo é muito prático e ele leva você para qualquer lugar. O ideal, principalmente para quem quer fazer turismo, é ficar nas zonas 1,2 ou 3, que são centrais. Praticamente todos os pontos turísticos ficam nas zonas 1-2. Assim, você economiza dinheiro e tempo. Para quem chega na cidade pelo Aeroporto Internacional de Heathrow, também aconselho...

Como tem que ser

Eu aprendi a gostar de crônicas por causa da Martha Medeiros. Eu lembro da data e lembro do livro e lembro da crônica.  Era 2001, eu tinha 15 anos. "Trem-bala". Para mim, até hoje, o melhor dela. Bom, no decorrer desses 15 anos, foram muitas as tentativas de tentar deixar um blog na ativa, de escrever crônicas, de ter coragem de publicá-las, de mostrá-las, foram muitas leituras, muitos amores (matérias-primas de crônicas), muitas viagens, muito tudo. Até que nesta semana, uma amiga da família postou no meu Face um trecho de uma crônica da Martha que diz assim: "Se gamar, invista. Se sofrer, azar. Se der frio na barriga, celebre. Se vacilar, tente de novo. Se parecer longe, vá igual. Se nunca fez, arrisque. Se der medo, vença-o. Se não souber, invente. Se falhar, ria. Se encheu, viaje. Se fizer calor, praia. Se calhar, Londres." Bem, aconteceu o tal do breakthrough comigo. O clique. Na verdade, este ano é o ano dos acertos para mim.A década muda e eu preciso m...